O Riso dos Outros que também são ofendidos

Segue um belo exemplar do “Faça o que eu digo, não faça o que eu faço” durante uma conversa com a feminista Cynara Menezes.

Onde fica o politicamente correto quando um soldado da nova moral se sente ofendido?

Onde fica o politicamente correto quando um soldado da nova moral se sente ofendido?

Ficou claro, não é?

Feminismo, rumo ao dia em que apenas as feministas poderão chamar as outras de mal-comidas.

10 Semelhanças entre Masculinistas e Feministas [parte 2]

Esta é segunda parte de um artigo comparando masculinistas e feministas. Lembrando que o artigo está apenas traçando paralelos entre os movimentos. A conclusão fica por parte do leitor. O objetivo é ampliar a mente daqueles que leem e trazer a atenção para aquilo que os líderes escondem. Segue:

6 – Líderes intelectualóides agitadores distantes da ação.
Esta característica tem relação com a anterior. Os líderes desses movimentos anunciam com bastante clareza suas proposições sobre aquilo que eles acreditam que deva ser feito para fazer vencer a ideologia do movimento. Entretanto, em suas vidas eles demonstram estar apenas vagamente preocupados em utilizar os meios necessários para fazer isso acontecer. A distância entre o discurso e a ação dessas pessoas é uma clara demonstração de que eles não estão interessados no debate científico e nem nas pessoas integrantes do movimento. Eles estão preocupados em seguir uma agenda política (não necessariamente vinculada a algum partido político) e para isso eles utilizam os seus seguidores como meio de ação, afinal, eles se colocam acima dessas pessoas, pois já estão muito ocupados pensando e articulando.
Por exemplo, alguém já viu a blogueira Lola ao vivo em um debate cara a cara contra um adversário? Alguém já a viu ter que responder a perguntas de bate pronto contra uma pessoa preparada para debater? Alguém já a viu liderando uma passeata e enfrentando a polícia? E já que ela diz que o mal de toda a sociedade é a cultura machista, alguém já a viu fazer palestras em escolas de Ensino Fundamental sobre respeito às mulheres? Porque eu acho que as crianças não leem o bloguinho dela, e aquelas meninas que leem não precisam ficar ouvindo novamente aquilo tudo que elas já sabem.
Sobre os masculinistas, nem precisa falar nada, eles são os maiores agitadores de sofá que existem. Eles até admitem isso. Alguém já viu um masculinista assumido na tevê? É que nem enterro de anão ou cabeça de bacalhau.

7 – Partem da realidade fragmentada para uma explicação mística e romantizada do mundo no qual eles sempre são as vítimas.
Como eles enxergam o mundo? Elas enxergam um mundo sob as garras do sistema capitalista. Eles têm uma visão de um mundo distorcido e maléfico que eles chamam de Matrix.
Para as feministas, a sociedade ocidental é disposta sob a tradição patriarcal. Neste sistema, as mulheres são oprimidas logo ao nascer. Isso resulta em uma desigualdade de condições para o desenvolvimento pessoal no ambiente social. Óbvio, elas concluem que as condições são todas mais difíceis para elas. Ao mesmo tempo, ignoram as condições inerentes ao gênero que são favoráveis a elas. Logo o objetivo delas é derrubar esse sistema. Daí fica claro a ligação delas com o esquerdismo dado que ambos pregam a destruição das instituições tradicionais. Fica claro também a aliança delas com os movimentos racistas e homossexualistas, dado que ambos também tirariam vantagem com a queda das instituições tradicionais.
Os masculinistas são muito mais recentes e sua ideologia ainda está em desenvolvimento. Entretanto, eles alegam viver em uma sociedade matriarcal na qual as mulheres possuem vários privilégios que tornam a vida do homem mais dura em relação a delas. Nada de muito diferente do feminismo. Entretanto, eles dizem que suas queixas são muito menos ouvidas que a das feministas e que eles estão alertando para um problema que poucos enxergam. Dado que esse sistema que eles descrevem está oculto na sociedade, eles o chamam de Matrix. A Matrix é um sistema corrupto e maquiavélico montado por um grupo de pessoas movidas pelo ódio e pela inveja com o objetivo de destruir a sociedade tradicional para implantar um novo sistema regulado por eles. Daí vem a tendência dos masculinistas em reforçar as instituições tradicionais.

8 – Prisão da consciência dentro de um círculo vicioso de ideias e visão messiânica do futuro.
Quem o jovem costuma seguir e idolatrar? Aquele que lhe promete o futuro ou aquele que insiste em trazê-lo para a realidade?
O feminismo convida todas as meninas a enxergarem o mundo sob essa ótica fragmentada que eles mesmos criaram. Sendo assim, cada membro reflete suas angústias não dentro de si mesmo, mas sim através de um pensamento que sempre parte dos princípios básicos estipulados pela ideologia do movimento.
Assim sendo, é impossível participar desse movimento e não ter sua vida toda voltada/limitada a ele, dado que para todos os conflitos que uma menina tiver que enfrentar na vida ela tirará uma conclusão pertinente ao movimento feminista. Assim, cada integrante estará dentro de um círculo vicioso no qual a toda e qualquer experiência enfrentada ela reforçará a sua crença no movimento.
Ao mesmo temo, essa crença preenche um vazio deixado pela ausência de uma verdadeira espiritualidade e também indica uma direção na vida da menina.
Logo todas as integrantes unem-se em uma missão messiânica na qual elas se sentem possuidoras da verdade e ao mesmo tempo compelidas a divulgar essa verdade visando atingir um mundo prometido no qual a sua ideologia é absoluta e já não é nem mais necessário divulgá-la. Mundo esse que é prometido com todo o otimismo pelos seus líderes, afinal, assim é muito mais fácil seduzir novos participantes.

Tudo que foi dito acima também se aplica ao masculinismo, com a ressalva de que o mundo prometido por eles está mais focado no indivíduo que no coletivo. Os líderes prometem que seguindo à risca a doutrina masculinista o jovem quando chegar aos 30 anos terá sucesso financeiro e consequentemente um harém cheio de mulheres (afinal para eles todas elas são interesseiras).
Outra ressalva a ser feita é que, no caso deles, esse círculo vicioso acaba mais facilmente desencadeando o ódio. Fato já observado.

9 – Ambos têm um passado negro a esconder.
Uma das primeiras e mais importantes instigadoras do feminismo foi Valerie Solanas. O ódio dela aos homens é claramente expressado em suas obras. Em 1968 ela foi presa por atirar em Andy Warhol num ato de pura misandria. Hoje, as feministas fazem de tudo para esconder sua importância e chamam aqueles que a relembram de ignorantes, como se não ignorar o passado fosse ser ignorante.
A líder do Femen Sara Winter (pseudônimo da paulistana Sara Fernanda Giromini) antes de ser feminista participava de grupos neo-nazistas em São Paulo. Ela tem, inclusive, uma cruz de ferro (um símbolo nazista) tatuada no peito. É óbvio que hoje ela tenta esconder esse passado.

O masculinismo no Brasil, apesar de jovem, já tem vários maus exemplos que seus líderes tentam esconder. Marcelo e Eng. Emerson, dois líderes Sanctus, assumidamente odiavam as mulheres além de negros, homessexuais e nordestinos.

10 – Ambos utilizam como principal arma de ataque a ridicularização do adversário.
Técnica mais manjada que lamber tampa de iogurte, mas eles usam como se tivessem inventado anteontem e ficam se gabando da esperteza deles. Na época de Cristo, os judeus já zombavam dos primeiros seguidores de Cristo tentando derrubar o movimento que crescia. Stetson Kennedy na década de 40 utilizou-se dessa técnica para desmoralizar a Ku Klux Klan. Saul Alinsky, um líder esquerdista muito influente, explica essa técnica em detalhes no livro Rules for Radicals. Para segui-la é preciso escolher um alvo, fixar-se nele e polarizá-lo. Ela é boa porque diverte os integrantes tornando a participação no grupo algo divertido. Ao mesmo tempo, a crítica não precisa ser verdadeira para funcionar, o adversário já está desmoralizado e qualquer reação que ele tiver voltará contra ele.
Um exemplo é o ataque que a Blogueira Lola fez com o dono do Testosterona, ou a insistência na piada do mingau.
Historicamente, todos que atacam as feministas utilizam da zombaria as chamando de mal comidas, frustradas e xingamentos desse tipo.

Obrigado pelas visualizações e comentários até aqui. Não esqueçam de comentar.

10 Semelhanças entre Masculinistas e Feministas [parte 1]

Este é o primeiro de uma série de 2 posts que mostrará as semelhanças entre os movimentos masculinistas e feministas. Ao todo, serão publicadas 10 semelhanças. Estas são as que mais saltam aos olhos, entretanto, com um pouco mais de observação pode-se encontrar muito mais semelhanças, afinal, apesar da constante briguinha entre eles, os dois movimentos são extremamente parecidos. Por mais que eles neguem, são irmãos de sangue que não suportam um ao outro. Segue:

1 – Os moderados negam os extremos, os extremos dizem que são uma evolução dos moderados.
O mainstream da corrente feminista, temendo que seu movimento seja associado a atos de ódio e vandalismo, alega que as meninas da Femen não representam o feminismo. As meninas da Femen, por outro lado, se rotulam de neo-feministas e dizem que são uma corrente de vanguarda.
Ironicamente, os masculinistas têm exatamente a mesma postura em relação aos Sanctus. Já estes últimos, alegam que são uma evolução do masculinismo.

2 – Cópia exata de movimentos americanos.
A ideologia feminista nasceu e se desenvolveu nos Estados Unidos. Os livros que influenciaram os rumos do feminismo são quase todos de autoras americanas. Muitas das líderes feministas brasileiras  são pessoas que foram estudar nos Estados Unidos e voltaram para cá doutrinadas. Elas chegam aqui e fazem ctrl+c ctrl+v do que aprenderam.
Todos os jargões masculinistas são cópias de jargões criados em fóruns de discussão americanos. Mangina, capitão salva p***, a ideia de matrix. Mesmo assim, muitos masculinistas agem como se eles tivessem inventado esses jargões.

3 – Um pequeno grupo de pessoas mais antigas no movimento transmitindo suas neuroses a um grande grupo de jovens.
A secularização do pensamento vivenciada nos últimos anos trouxe consigo a liberdade moral, sexual, de valores e costumes. Entretanto, isso tudo também veio com um revés: o sentimento de vazio vivido pelas pessoas. Isso acontece porque as pessoas não tem mais onde buscar referências para resolver seus conflitos morais. Antigamente, esse papel era reservado a igreja. Hoje, as pessoas não têm onde se apoiar e isso gera um sentimento terrível de abandono.
Os jovens são os que mais se angustiam com isso. Eles estão formando suas personalidades, estão começando a escrever suas histórias e querem um sentido para suas vidas. Neste momento entram as pessoas mais antigas no movimento. Eles ensinam o jovem a responder a todos seus conflitos morais e existenciais colocando a questão do gênero na raiz do problema. O jovem que ainda não sabe resolver seus conflitos aceita essa proposta muito facilmente. Desde então, a neurose sexista toma conta de sua existência e seu pensamento abre caminho para receber dos líderes toda a ideologia do movimento.
Os líderes dos movimentos sexistas sabem muito bem aproveitar essa oportunidade. Eles sabem a palavra certa, a maneira certa de trazer o jovem para o movimento. Entretanto, os jovens não sabem que estão participando desse processo. Mais tarde, eles inevitavelmente ampliarão suas mentes e tomarão consciência da realidade desses movimentos. A partir de então, a maioria irá abandonar o movimento e os que sobrarem irão recrutar mais jovens e continuar o processo.
Nas discussões entre feministas na internet, por exemplo, a maioria do público é formada por jovens de classe média entre 18 e 25 anos. Entretanto, no topo da organização desses movimentos estão pessoas com mais de 40.
No masculinismo esse processo também está presente, embora seja muito mais difícil encontrar um líder com muito tempo de movimento devido a sua novidade.

4 – Vocabulário próprio ao grupo cheio de jargões ofensivos.
Trazer a discussão para o seu próprio vocabulário é o primeiro passo para vencê-la sem precisar ter razão.
As feministas, como todos os movimentos esquerdistas, fazem uso intenso de jargões que funcionam como palavras mágicas. Eles servem para ganhar uma discussão sem nem precisar elaborar um argumento. Essas palavras são: reaça, facista, machista e outros até mais ofensivos. Essas palavras têm o poder de atrapalhar o raciocínio do adversário ao deixá-lo irritado. Ao mesmo tempo, elas magicamente roubam toda a autoridade moral da discussão para si.
Quando uma feminista chama uma pessoa de “reaça”, por exemplo, ela deixa implícita a mensagem de que o movimento dela é o representante oficial futuro. Assim, o julgamento moral fica reduzido a referências temporais. Portanto, ela que se considera dona do futuro é do bem, e o outro que representa o passado é do mal. O adversário fica irritado porque percebe que foi ofendido, mas ao mesmo tempo não consegue responder, pois não percebe essa inversão que está oculta.

Os masculinistas gostam de jargões que apelam para o ad hominem. Eles são tão ofensivos que eu prefiro nem citá-los para não descer o nível do blog.

5 – Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.
A ideologia desses movimentos está fundada em um sistema de ideias isoladas que sozinhas formam uma síntese. Essas ideias compõem uma fragmentação da realidade que pode ser provada dialeticamente através do confronto entre elas. Sendo assim, as conclusões desses movimentos fazem todo sentido, mesmo que elas não tenham como ser provadas empiricamente. Parafraseando Leibniz, “eles estão corretos naquilo que dizem, mas estão errados naquilo que não dizem”. Ou seja, eles deixam de lado aspectos fundamentais da realidade para que suas ideologias façam sentido. Quem tentar trazer esses aspectos de volta será atacado por eles. Essa é a estratégia deles.
Eles estão certos ao dizer que são explorados, mas estão errados ao não dizer que também possuem privilégios inerentes ao gênero.
Entretanto, apenas as pessoas bastante vividas nesses movimentos têm conhecimento dessa realidade fragmentada. Sendo assim, elas sabem que é besteira tentar nivelar toda sua vida a esse fragmento da realidade. Logo eles repetem enfaticamente tudo aquilo que os outros devem pensar, fazer e sentir, mas isso não necessariamente corresponde com o que acontece em suas próprias vidas.
Betty Friedman,um ícone feminista, de acordo com ela mesma sofria violência doméstica, mas nunca denunciou seu marido. De acordo com as feministas, ela seria uma típica mulher fraca e oprimida.
A blogueira Lola Aronovich, por exemplo, leva uma vida sossegada bem classe média. Ela é funcionária pública bem remunerada e casada com um homem branco heterossexual que segue os padrões de beleza que ela diz serem forçosamente impostos pela mídia. Ou seja, no que diz repeito a diversidade sua vida pessoal não tem nenhuma. Se for coincidência, é uma sequência de coincidências bem interessante.

Entre os masculinistas, um sujeito chamado Terramel abandonou o movimento a pedido de sua namorada a época. Assim, ele traiu a confiança de veteranos que o apoiavam, como o Doutrinador. Ou seja, ele seria aquilo que os masculinistas definem como sendo um mangina desonrado. Tempos depois ele voltou ao movimento com outro nome e hoje é um de seus líderes, mas ninguém ousa tocar no assunto.

A parte 2 com as 5 semelhanças restantes será postada em breve. Se for comentar, colabore para manter a discussão em bom nível.

obs: Se o seu líder proibir você de comentar, você pode comentar em anônimo. Fica a dica.

Sobre o blog

Este blog esclarecerá a verdade por trás dos movimentos sexistas conteporâneos. Para tal, criticará os movimentos masculinistas, feministas e, inclusive, os homossexualistas – apesar de a prática homossexual não caracterizar um suposto terceiro gênero. O objetivo é tentar demonstrar a seus integrantes que a grande maioria deles está sendo usada como meio de ação por uma minoria de intelectualóides dispostos a cumprir uma agenda política que nada tem a ver com a vontade comum de seus integrantes.

É preciso esclarecer que os líderes desses movimentos não estão nem um pouco preocupados com a existência de cada um de seus seguidores. São pessoas cuja alma está necessariamente impregnada de maldade. Afinal, o espírito não tem gênero, ele não é homem nem mulher e para ele não faz diferença alguma com quem você vai para cama. Sendo assim, não faz qualquer sentido tomar a defesa de um único gênero como razão de sua existência.

Se um sexista decidir abandonar seu movimento, seu líder não o perdoará, este cortará relações com ele sem sentir culpa alguma. Entre essas pessoas não existe fraternidade, afinal, não existe amor. Existe um altruísmo cínico em prol de um ideal distante que nem eles acreditam. É importante também demonstrar os perigos que essas ideias representam para o destino da humanidade, afinal, os líderes desses movimentos vendem um futuro por eles pensado como se eles fossem os representantes do progresso, mas na verdade, a filosofia por trás de suas ideias é a responsável pelas maiores atrocidades já cometidas pelo homem no passado. Para exemplificar será dado um exemplo bem atual.

Recentemente, os homossexualistas têm demonstrado indignação com a entrevista dada pelo Pastor Silas Malafaia à Marília Gabriela. A reação principal do seu líder o ex-BBB Jean Wyllys foi evocar a ciência para rebater as declarações do pastor. De acordo com seus comentários no Twitter, que podem ser vistos a seguir, aquilo que ele entende como ciência é a única fonte confiável da verdade aceita em uma época e portanto ela é autoridade máxima em todos os assuntos. Esse pensamento, cada vez mais forte no mundo contemporâneo, é o responsável pelas maiores atrocidades já cometidas pelo homem. Veja a comparação a seguir (Clique na foto para ampliar) :

Os sexistas são os representantes do progresso? Suas ideias mais parecem com o passado.

Os sexistas são os representantes do progresso? Suas ideias mais parecem com o passado.

Os discursos são semelhantes porque ambos se inspiraram nas mesmas fontes. Ambos se inspiraram na corrente gnoticista iniciada no século XVIII que teve como seus principais idealizadores no Ocidente: Hegel, Condorcet e Comte. Entre seus seguidores só muda a moldura do discurso, porque os fundamentos filosóficos são os mesmos. Ao longo do tempo, este blog pretende deixar isso mais claro.