Sobre o blog

Este blog esclarecerá a verdade por trás dos movimentos sexistas conteporâneos. Para tal, criticará os movimentos masculinistas, feministas e, inclusive, os homossexualistas – apesar de a prática homossexual não caracterizar um suposto terceiro gênero. O objetivo é tentar demonstrar a seus integrantes que a grande maioria deles está sendo usada como meio de ação por uma minoria de intelectualóides dispostos a cumprir uma agenda política que nada tem a ver com a vontade comum de seus integrantes.

É preciso esclarecer que os líderes desses movimentos não estão nem um pouco preocupados com a existência de cada um de seus seguidores. São pessoas cuja alma está necessariamente impregnada de maldade. Afinal, o espírito não tem gênero, ele não é homem nem mulher e para ele não faz diferença alguma com quem você vai para cama. Sendo assim, não faz qualquer sentido tomar a defesa de um único gênero como razão de sua existência.

Se um sexista decidir abandonar seu movimento, seu líder não o perdoará, este cortará relações com ele sem sentir culpa alguma. Entre essas pessoas não existe fraternidade, afinal, não existe amor. Existe um altruísmo cínico em prol de um ideal distante que nem eles acreditam. É importante também demonstrar os perigos que essas ideias representam para o destino da humanidade, afinal, os líderes desses movimentos vendem um futuro por eles pensado como se eles fossem os representantes do progresso, mas na verdade, a filosofia por trás de suas ideias é a responsável pelas maiores atrocidades já cometidas pelo homem no passado. Para exemplificar será dado um exemplo bem atual.

Recentemente, os homossexualistas têm demonstrado indignação com a entrevista dada pelo Pastor Silas Malafaia à Marília Gabriela. A reação principal do seu líder o ex-BBB Jean Wyllys foi evocar a ciência para rebater as declarações do pastor. De acordo com seus comentários no Twitter, que podem ser vistos a seguir, aquilo que ele entende como ciência é a única fonte confiável da verdade aceita em uma época e portanto ela é autoridade máxima em todos os assuntos. Esse pensamento, cada vez mais forte no mundo contemporâneo, é o responsável pelas maiores atrocidades já cometidas pelo homem. Veja a comparação a seguir (Clique na foto para ampliar) :

Os sexistas são os representantes do progresso? Suas ideias mais parecem com o passado.

Os sexistas são os representantes do progresso? Suas ideias mais parecem com o passado.

Os discursos são semelhantes porque ambos se inspiraram nas mesmas fontes. Ambos se inspiraram na corrente gnoticista iniciada no século XVIII que teve como seus principais idealizadores no Ocidente: Hegel, Condorcet e Comte. Entre seus seguidores só muda a moldura do discurso, porque os fundamentos filosóficos são os mesmos. Ao longo do tempo, este blog pretende deixar isso mais claro.

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8 respostas em “Sobre o blog

  1. Ao que me parece, este blog está nascendo. Em primeiro lugar, gostaria de dar algumas críticas construtivas. Fiquei muito curiosa por saber quem são esses líderes “intelectualóides” a quem vc se refere, de onde eles vem ou quais são seus objetivos. Sei que o blog está no começo e que vc irá falar a respeito em breve, mas acho que dar uma ideia inicial do que vc fala ajudaria o leitor a se interessar mais pelo assunto. Também acredito, e isso vai da minha opinião, que falar em espírito e alma já te faz perder uma série de leitores. Não sei se vc dará procedência ao tema espiritual, mas citá-lo já é um pouco desencorajador.

    Sobre as alegações de Jean Wyllys, afirmo que concordo com ele e interpreto como uma tentativa de fazer o maior número de pessoas desacreditar no discurso do pastor, pois o mesmo dissemina ódio. A questão LGBT, bem como a feminista, não é a de extermínio dos homens ou héteros. É só pra que seja garantido direito igual a todos e não exista discriminação de gênero. Quando isso acabar, o feminismo não será necessário.

    Como eu disse em minha publicação sobre Malafaia, a redução ao hitlerismo é absurda e uma falácia.
    O nazismo exterminista se baseava na falsa ciência, no princípio errôneo da eugenia e nenhuma das torturas a que submetiam as vítimas foi de caráter científico ou ético. Muito pelo contrário. Alias, depois das atrocidades nazistas, é que surgiram as normas de pesquisas e ética científica, após o julgamento de Nuremberg.
    Além disso, Hitler teve apoio da população alemã por diversos motivos, incluindo sua comprovada crença no cristianismo. A população alemã é e era, já naquela época, muito religiosa e é evidente que um líder ateu não seria muito aceito. Isso se vê até no Brasil.
    E isso não é uma falácia, Hitler se declarou cristão diversas vezes em seus discursos e, inclusive, em seu livro Mein Kampf:

    “O anti-semitismo do Novo Movimento Cristão é baseada em convicções religiosas, em vez de conhecimentos raciais.
    Adolf Hitler, Mein Kampf, Vol. 1, Cap 3

    Eu acredito que hoje eu estou agindo no sentido de o Criador Todo-Poderoso. Ao repelir os judeus eu estou lutando pelo trabalho do Senhor.
    Adolf Hitler, Discurso no Reichstag, 1936

    Acredito hoje que minha conduta está de acordo com a vontade do Criador Todo-Poderoso.
    Adolf Hitler, Mein Kampf, pg. 46

    O que temos para lutar … é a liberdade e independência da pátria, para que nosso povo possa ter a possibilidade de cumprir a missão que lhe é atribuído pelo Criador.
    Adolf Hitler, Mein Kampf, pg. 125

    Este nosso mundo humano seria inconcebível sem a existência prática de uma crença religiosa.
    Adolf Hitler, Mein Kampf, pg. 152

    Eu sou agora como antes um católico e sempre será assim.
    Adolf Hitler, para o general Gerhard Engel, 1941

    Até hoje não me envergonho de dizer que, dominado pelo entusiasmo de tempestade, caí de joelhos e agradeci aos céus a partir de um coração transbordante de concessão me a boa fortuna de ser autorizada a viver neste momento.
    Adolf Hitler, Mein Kampf, Vol. 1, Cap 5

    Hitler, Adolf (1999). Mein Kampf. Ralph Mannheim, ed., New York: Mariner Books, pp. 65, 119, 152, 161, 214, 375, 383, 403, 436, 562, 565, 622, 632-633.

    Baynes, Norman H., ed. (1969). The Speeches of Adolf Hitler: April 1922-August 1939. New York: Howard Fertig. pp. 19-20, 37, 240, 370, 371, 375, 378, 382, 383, 385-388, 390-392, 398-399, 402, 405-407, 410, 1018, 1544, 1594.

    No meu post de hoje expliquei brevemente o feminismo e lá vc pode ver o que ele significa. Não sei exatamente do que se trata o que vc defende, mas até o momento, me vi contra suas ideias. Entretanto, não irei te vetar ou repreender por isso, vou aguardar pra ver as futuras publicações e formular melhor minha opinião.

    Enquanto isso, faço um apelo:
    Não dê informações erradas ou tendenciosas, pq isso pode afetar de forma negativa aqueles que não tem capacidade de discernimento. Use fatos e argumentos concretos.

    Obrigada por visitar o meu blog e deixar sua opinião, além de ler a minha.

    • Hitler era ateu. Não apenas ele como também toda a alta cúpula do Partido Nazista: Goebbels, Himmler, Heydrich e Bormann. Todos odiavam a religião e queriam exterminá-la da Alemanha. O Partido Nazista, por exemplo, insistia em remover crucifixos de escolas e hospitais.
      Para falar de uma pessoa e suas ideias, é preciso colocá-las no contexto em que elas foram ditas. É um grande erro analisar um momento histórico com a cabeça no mundo de hoje.
      No início do século XX, praticamente todo o Ocidente era Cristão e intolerante com relação a credos muito diferentes dos seus. Para uma pessoa que sonhava dominar o mundo, assumir seu ateísmo publicamente seria suicídio político. Hitler foi, sem dúvida, uma das mentes mais perversas da humanidade. Acreditar em seu discurso demagógico é algo ingênuo e perigoso ao mesmo tempo. O mesmo homem que para o público dizia acreditar no “Todo Poderoso” também dizia ser a “encarnação do espírito de Deus”. Claramente ele deixava a entender que ele próprio era Deus e o Partido Nazista era a religião. Isso é totalitarismo.
      De qualquer maneira, uma pessoa fanática pelo Darwinismo Social e adepta das ideias de Nietzsche não pode ser cristão. Para ser cristão é preciso acreditar na doutrina cristã e conduzir sua vida de acordo com a moral cristã. Para ser ateu basta querer. Sendo assim, é muito mais difícil acreditar em Deus do que as pessoas pensam ao alegar um suposto “conforto”. Acreditar em Deus provoca muito mais dúvidas em sua vida.
      Portanto, nada na carreira política de Hitler traz algum indício de que ele seja cristão. Entretanto, sobram indícios de que ele era ateu. Não apenas ele como também os outros três maiores assassinos do século XX: Mao Tse Tung, Stalin e Pol Pot.
      Acredito que a expansão do ateísmo no mundo seja um sinal de decadência moral e espiritual e isso vai acarretar mais massacres no futuro.
      Sim, eu acredito em espírito e em alma e tenho plena consciência de que isso afastará leitores. Entretanto, estes temas não serão abordados no blog.
      Sobre os intelectualóides, o Jean é um deles, sem dúvida. Quando ele abre a boca fica claro que ele não tem formação filosófica alguma. Uma pessoa assim não pode fazer papel de sábio. Aliás, outro dia eu vi ele dizer que estava lendo “O Livro dos Saberes”. O livro contém entrevistas de pensadores como: André Gide, Henry James, Marcel Proust e Whalt Whitman. Proust estudou no Liceu Condorcet e lá foi fortemente influenciado pelo racionalismo. Hitler também era forte adepto da corrente racionalista e foi influenciado por Condorcet. Ou seja, mesmo sem saber, Jean tem pensamentos muito parecidos com os de Hitler, algo que poucos hoje em dia conseguem enxergar. Mas calma, o blog falará mais sobre isso.
      E sobre o Silas, precisamos ver se estamos falando sobre as mesmas coisas. O que eu entendo por falácia é: fazer um silogismo falso parecer verdadeiro. Na fala sobre a questão dos homossexuais a única falácia que você encontrou e eu concordo com com você é a redução ao absurdo. De qualquer maneira, essa é uma tática para responder a pessoas extremamente relativistas como a Marília Gabriela. De resto, o mesmo direito que você tem para contestar as fontes do pastor ele também tem para contestar as fontes dos outros. Se um fica duvidando das fontes do outro ninguém chega a lugar algum, algo que vem acontecendo nesses debates.
      Obrigado pela visita e pela atenção.

      • Vamos concordar que discutir se Hitler era ou não ateu não vai levar a lugar nenhum. Porém:
        1) vc está defendendo essa ideia com o seu ponto de vista já construído de que o ateísmo é imoral e somente um ateu cometeria uma atrocidade como o holocausto. Não é verdade. O cristianismo, bem como islamismo e outras religiões cometem atrocidades em nome de deus há séculos. E não somente dizendo o nome de deus, mas defendendo a ideia. Assim como ateus também já cometeram atrocidades, também. É relativo e vai do caráter.
        2) é amplamente aceita por estudiosos a ideia de que Hitler era cristão. Vc e outros defendem o contrário baseados na linha de pensamento que eu descrevi acima. A verdade é que o homem já está morto e nunca saberemos o que ele era, uma vez que somente o mesmo pode afirmar isso de si. Porém é fato que ele se utilizava do discurso cristão pra convencer pessoas e ter apoio da população, algo que se comprova em seu livro Mein Kampf e nos discursos que te mostrei. O nome de deus foi usado para conseguir apoio e isso é uma arma utilizada até hoje afinal, se deus concorda, está correto e precisamos fazer. É importante ressaltar também que o lado feio do nazismo não era aberto, campos de concentração não eram ufanados como lugares de tortura e exterminio.

        Sobre as crenças, discordo também. Ser cristão é, acima de tudo, respeitar o próximo, não fazer o mal – é ser uma pessoa com princípios morais e éticos. Não discuto a espiritualidade de ninguém – todos tem o direito de buscar respostas e acreditar naquilo que lhe é mais provável. Minha discussão é religião. Religiões são doutrinatórias e uma arma para controlar pessoas: é o que Malafaia está fazendo para lucrar e impor sua ideia. Isso, sim, é imoral.
        Como vc pode ter percebido, sou ateu. E, como vc pode ter percebido, também não estou lutando pra que atrocidades sejam cometidas e pessoas dizimadas com seus ideais. Estou lutando pra que os direitos humanos saiam, de uma vez por toda, dos papeis. Pra que a humanidade prossiga sem dogmas e que todos sejam respeitados em sua individualidade. Não vejo nada de atrocidade nisso. Quando vc diz que ateismo acarretará em massacres, vc me fere diretamente e peço pra que vc pare aí. Ateismo é sobre humanismo e secularismo e se baseia em filosofia, sociologia, antropologia e ciencia. Não é uma escolha, é uma conclusão e isso eu te garanto. E falo sobre ateus de verdade, não sobre pessoas que querem parecer algo ou apenas criar discórdia. Analogamente, acredito que a espiritualidade é, também, uma conclusão e é restrita a cada individuo. Mas se deixar cegar por uma doutrina é uma escolha. Contra o Malafaia e cia, minha luta é essa: não permitir que homens com essa astúcia e malícia se aproveitem da fé sincera das pessoas para cometer suas atrocidades e má interpretações.
        Em seu discurso existem muitas falácias, sim e o que ele faz é tentar convencer as pessoas, não discutir. Discussão é o que estamos fazendo: vc diz suas ideias, eu ouço e penso a respeito, baseio as minhas em cima disso e me explico, vc rebate e, se não chegarmos a uma conclusão mutua, pelo menos acrescentamos outras ideias em nosso ponto de vista.

        Além disso, é preciso analisar quem Malafaia tenta convencer. Ele não convence pessoas pensantes, ele convence pessoas simples, com fé e, muitas vezes, pessoas aflitas e desesperadas, como ele mesmo disse. Isso é fácil. Arguir e levar à conclusão – diferente de convencer – por meio de fatos que é difícil.
        Dizer que colar é a solução é convencer. Difícil é ensinar e explicar matemática pra quem não tem facilidade. Vê o ponto?

        Sobre a discussão de fontes, é o seguinte: Malafaia citou um estudo que continha, no máximo 7 fontes, ao passo que Vieira citou quase 40 estudos. E mais, ele arguiu com pensamento cientifico, enquanto Malafaia disseminou com peso opinativo. Isso não é ciência, não é ensinar e não é levar informação. É mais aceito, atualmente, que homossexualidade não é um comportamento e o pastor não ensinou isso, ele forçou a acreditar no contrário. Não foi imparcial e nem lógico.
        Não sei se vc está familiarizad@ com o método científico nem com o princípio da navalha de Occam a que eu aludi brevemente em meu texto, mas se quiser saber mais posso explicar ou indicar literaturas a respeito.

        Obrigada.

      • O Silas sim tem ao menos alguma formação filosófica. Quando ele diz que a evolução é apenas uma teoria, ele não está dizendo que ela não deve ser aceita no meio científico, ou seja, ele não fere o Princípio da Navalha de Occam. Ele diz que ela se resume a explicação de um fenômeno. Entretanto, a explicação do fenômeno não deve ser tomada como explicação da causa em si, algo que têm sido feito em todas as discussões científicas. Isso é fenomenalismo.
        Silas oferece uma explicação teológica para a causa, algo que vai além do campo da ciência, está no campo da metafísica. Mas para entender isso é preciso ter ao menos um mínimo de formação filosófica, algo que nem o geneticista tem.
        Resumindo, se nós ficarmos presos as explicações biológicas, psicólogicas, genéticas e tomarmos elas como a explicação de toda substância física e imaterial nós corremos o risco de acabar numa câmara de gás, como já aconteceu. O soldado que levava um judeu para Auschwitz achava que no longo prazo estava fazendo um bem para a humanidade pois ele tinha uma explicação científica para isso. Explicação da ciência que Hitler evocava, da mesma maneira que Jean evoca a sua explicação hoje.
        Ou seja, a doença filosófica é a raiz de todo mal desta época. Mas isso deveria estar nos posts, e não aqui nos comentários. Depois falarei mais sobre isso.
        Obrigado pela atenção.

  2. Não estou certo com o que você quer dizer por “masculinistas”. Você se refere ao movimento americano, “MRAs”, ou a “Real”? Seja como for, também não está claro quem são os “intelectuais” por trás do movimento masculinista. Serão eles Martin Van Creveld, Esther Vilar, Warren Farrel, Nessahan Alita, Doutrinador?! E o que eles buscavam? Perseguição e ameaças?

    Aliás, se você olhar para o movimento da Real no Brasil, verá que o mesmo é claramente conservador, e nenhum dos membros nutre esperanças na humanidade como salvadora de si mesma. E sobre os MRAs, os sites que visam uma reforma política, como o “A Voice for Men”, “Register-Her” e até mesmo o “False Rape Society”, tem como único objetivo reformar as leis americanas, que são claramente injustas.

    É totalmente justificável que uma mulher que sofreu algum tipo de abuso lute para que isso nunca mais aconteça, nem com ela e nem com ninguém. Mas e o homem que do nada é expulso da casa que ele mesmo construiu, perde metade de todos os bens adquiridos, é acusado falsamente de abuso pela ex-esposa [muitas vezes sendo preso, e quando fica provado que era tudo uma mentira, a mulher paga umas cestas básicas e fica tudo certo], se vê proibido de visitar os próprios filhos e ainda é obrigado a pagar uma pensão eterna [tudo isso com o apoio legal]? Ora, eu acho que este homem também tem o direito de reclamar um pouquinho, não é mesmo?

    • Olá, Mateus, não pude deixar de observar seu comentário e eu gostaria de te explicar uma coisa.

      O feminismo busca livrar a sociedade de normas de gênero e do machismo. A pensão alimentícia é uma forma de o homem ajudar a mulher nas despesas do filho que não é só dela. Eu sou a favor de a mulher pagar pensão, caso o homem fique com a guarda. A pensão alimentícia não é eterna: ela é até os 18 anos d@ filh@ e pode se estender até os 24, caso o mesmo esteja, comprovadamente, estudando.
      Na separação, a divisão de bens é acerca de tudo que conquistaram JUNTOS, de forma que se o homem ou a mulher conquistaram algo antes de casar, fica com quem conquistou. Nada mais justo que o que os dois pagaram juntos seja dividido, não é mesmo?

      Esse padrão do homem provedor é arcaico e só acontece graças ao machismo, é decorrente da ideia do patriarcado de que a mulher deve ficar em casa e foi o movimento feminista que chamou a atenção pra o fato de isso ser errado! Foi o movimento feminista que permitiu que as mulheres saíssem de casa e conquistassem a independência financeira. A ideia do feminismo é que o patriarcado acabe, pois os homens também são vítimas dele!

      nesse post, eu dou uma explicação breve sobre o movimento:
      http://wp.me/p38sBJ-2A

      take care!

      • Ola, Katerinn.

        Na verdade, eu me referia ao contexto norte-americano e europeu. Quando citei a pensão, me referia a chamada “alimony”, que não é um auxílio para a criança, e sim para a ex-mulher. E quando eu falei sobre o homem perder metade dos bens, também fiz referência ao contexto norte-americano e europeu, onde não importa se você ganhou seu dinheiro antes ou depois do casamento. Até mesmo comediantes famosos falam disso:

        Aliás, os tribunais americanos e europeus são reconhecidos por ignorarem solenemente os acordos pré-nupciais.

        E sobre o feminismo… bem, creio que eu e o autor do blog dividimos a mesma opinião.

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