10 Semelhanças entre Masculinistas e Feministas [parte 1]

Este é o primeiro de uma série de 2 posts que mostrará as semelhanças entre os movimentos masculinistas e feministas. Ao todo, serão publicadas 10 semelhanças. Estas são as que mais saltam aos olhos, entretanto, com um pouco mais de observação pode-se encontrar muito mais semelhanças, afinal, apesar da constante briguinha entre eles, os dois movimentos são extremamente parecidos. Por mais que eles neguem, são irmãos de sangue que não suportam um ao outro. Segue:

1 – Os moderados negam os extremos, os extremos dizem que são uma evolução dos moderados.
O mainstream da corrente feminista, temendo que seu movimento seja associado a atos de ódio e vandalismo, alega que as meninas da Femen não representam o feminismo. As meninas da Femen, por outro lado, se rotulam de neo-feministas e dizem que são uma corrente de vanguarda.
Ironicamente, os masculinistas têm exatamente a mesma postura em relação aos Sanctus. Já estes últimos, alegam que são uma evolução do masculinismo.

2 – Cópia exata de movimentos americanos.
A ideologia feminista nasceu e se desenvolveu nos Estados Unidos. Os livros que influenciaram os rumos do feminismo são quase todos de autoras americanas. Muitas das líderes feministas brasileiras  são pessoas que foram estudar nos Estados Unidos e voltaram para cá doutrinadas. Elas chegam aqui e fazem ctrl+c ctrl+v do que aprenderam.
Todos os jargões masculinistas são cópias de jargões criados em fóruns de discussão americanos. Mangina, capitão salva p***, a ideia de matrix. Mesmo assim, muitos masculinistas agem como se eles tivessem inventado esses jargões.

3 – Um pequeno grupo de pessoas mais antigas no movimento transmitindo suas neuroses a um grande grupo de jovens.
A secularização do pensamento vivenciada nos últimos anos trouxe consigo a liberdade moral, sexual, de valores e costumes. Entretanto, isso tudo também veio com um revés: o sentimento de vazio vivido pelas pessoas. Isso acontece porque as pessoas não tem mais onde buscar referências para resolver seus conflitos morais. Antigamente, esse papel era reservado a igreja. Hoje, as pessoas não têm onde se apoiar e isso gera um sentimento terrível de abandono.
Os jovens são os que mais se angustiam com isso. Eles estão formando suas personalidades, estão começando a escrever suas histórias e querem um sentido para suas vidas. Neste momento entram as pessoas mais antigas no movimento. Eles ensinam o jovem a responder a todos seus conflitos morais e existenciais colocando a questão do gênero na raiz do problema. O jovem que ainda não sabe resolver seus conflitos aceita essa proposta muito facilmente. Desde então, a neurose sexista toma conta de sua existência e seu pensamento abre caminho para receber dos líderes toda a ideologia do movimento.
Os líderes dos movimentos sexistas sabem muito bem aproveitar essa oportunidade. Eles sabem a palavra certa, a maneira certa de trazer o jovem para o movimento. Entretanto, os jovens não sabem que estão participando desse processo. Mais tarde, eles inevitavelmente ampliarão suas mentes e tomarão consciência da realidade desses movimentos. A partir de então, a maioria irá abandonar o movimento e os que sobrarem irão recrutar mais jovens e continuar o processo.
Nas discussões entre feministas na internet, por exemplo, a maioria do público é formada por jovens de classe média entre 18 e 25 anos. Entretanto, no topo da organização desses movimentos estão pessoas com mais de 40.
No masculinismo esse processo também está presente, embora seja muito mais difícil encontrar um líder com muito tempo de movimento devido a sua novidade.

4 – Vocabulário próprio ao grupo cheio de jargões ofensivos.
Trazer a discussão para o seu próprio vocabulário é o primeiro passo para vencê-la sem precisar ter razão.
As feministas, como todos os movimentos esquerdistas, fazem uso intenso de jargões que funcionam como palavras mágicas. Eles servem para ganhar uma discussão sem nem precisar elaborar um argumento. Essas palavras são: reaça, facista, machista e outros até mais ofensivos. Essas palavras têm o poder de atrapalhar o raciocínio do adversário ao deixá-lo irritado. Ao mesmo tempo, elas magicamente roubam toda a autoridade moral da discussão para si.
Quando uma feminista chama uma pessoa de “reaça”, por exemplo, ela deixa implícita a mensagem de que o movimento dela é o representante oficial futuro. Assim, o julgamento moral fica reduzido a referências temporais. Portanto, ela que se considera dona do futuro é do bem, e o outro que representa o passado é do mal. O adversário fica irritado porque percebe que foi ofendido, mas ao mesmo tempo não consegue responder, pois não percebe essa inversão que está oculta.

Os masculinistas gostam de jargões que apelam para o ad hominem. Eles são tão ofensivos que eu prefiro nem citá-los para não descer o nível do blog.

5 – Faça o que eu digo, não faça o que eu faço.
A ideologia desses movimentos está fundada em um sistema de ideias isoladas que sozinhas formam uma síntese. Essas ideias compõem uma fragmentação da realidade que pode ser provada dialeticamente através do confronto entre elas. Sendo assim, as conclusões desses movimentos fazem todo sentido, mesmo que elas não tenham como ser provadas empiricamente. Parafraseando Leibniz, “eles estão corretos naquilo que dizem, mas estão errados naquilo que não dizem”. Ou seja, eles deixam de lado aspectos fundamentais da realidade para que suas ideologias façam sentido. Quem tentar trazer esses aspectos de volta será atacado por eles. Essa é a estratégia deles.
Eles estão certos ao dizer que são explorados, mas estão errados ao não dizer que também possuem privilégios inerentes ao gênero.
Entretanto, apenas as pessoas bastante vividas nesses movimentos têm conhecimento dessa realidade fragmentada. Sendo assim, elas sabem que é besteira tentar nivelar toda sua vida a esse fragmento da realidade. Logo eles repetem enfaticamente tudo aquilo que os outros devem pensar, fazer e sentir, mas isso não necessariamente corresponde com o que acontece em suas próprias vidas.
Betty Friedman,um ícone feminista, de acordo com ela mesma sofria violência doméstica, mas nunca denunciou seu marido. De acordo com as feministas, ela seria uma típica mulher fraca e oprimida.
A blogueira Lola Aronovich, por exemplo, leva uma vida sossegada bem classe média. Ela é funcionária pública bem remunerada e casada com um homem branco heterossexual que segue os padrões de beleza que ela diz serem forçosamente impostos pela mídia. Ou seja, no que diz repeito a diversidade sua vida pessoal não tem nenhuma. Se for coincidência, é uma sequência de coincidências bem interessante.

Entre os masculinistas, um sujeito chamado Terramel abandonou o movimento a pedido de sua namorada a época. Assim, ele traiu a confiança de veteranos que o apoiavam, como o Doutrinador. Ou seja, ele seria aquilo que os masculinistas definem como sendo um mangina desonrado. Tempos depois ele voltou ao movimento com outro nome e hoje é um de seus líderes, mas ninguém ousa tocar no assunto.

A parte 2 com as 5 semelhanças restantes será postada em breve. Se for comentar, colabore para manter a discussão em bom nível.

obs: Se o seu líder proibir você de comentar, você pode comentar em anônimo. Fica a dica.

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2 respostas em “10 Semelhanças entre Masculinistas e Feministas [parte 1]

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